segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Arroz ou pipoca?
Meu concunhado foi o autor deste fenômeno gastronômico. A família é grande e o jeito foi fazer o arroz rendeeeeeer.
Não sei qual é o segredo, mas esta imagem inusitada foi a estrela daquele almoço de família em Caldas Novas - Go - 2006.
Valeu Reinaldo!
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Transtorno bipolar
Extraordinário testemunho pessoal de Kay Redfield Jamison, autoridade internacional em doença maníaco-depressiva (ela prefere usar esta denominação) e uma das poucas mulheres catedráticas de medicina em universidades americanas.
É a revelação da sua própria luta, desde a adolescência, com a doença e de como a doença moldou sua vida.
Ed. Martins Fontes - SP. 2009
Ed. Martins Fontes - SP. 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
A Mulher da Página 194
Texto: Martha Medeiros
Ela é loira e linda. Tem 20 anos. Modelo profissional. Saiu na última edição da revista americana Glamour ilustrando uma reportagem sobre autoimagem, e foi o que bastou para causar um rebuliço nos Estados Unidos. A revista recebeu milhares de cartas e e-mails. Razão: a barriga saliente da moça. Teor das mensagens: alívio. Uma mulher com um corpo real.
Não sei se Lizzie Miller, que ficou conhecida como a mulher da página 194, já teve filhos, mas é pouco provável, devido à idade que tem.
No entanto, quem já teve filhos conhece bem aquela dobrinha que se forma ao sentar. E mesmo quem não teve conhece também, bastando para isso pesar um pouco mais do que 48 quilos, que é o que a maioria das tops pesa. Lizzie não é um varapau — atua no mercado das modelos “plus size”, ou seja, de tamanhos grandes. Veste manequim 42, um insulto ao mundo das anoréxicas.
A foto me despertou sentimentos contraditórios. Por mais que estejamos saturados dessa falsa imagem de perfeição feminina que as revistas promovem, há que se admitir: barriga é um troço deselegante. É falso dizer que protuberâncias podem ser charmosas. Não são.
Só que toda mulher possui a sua e isso não é crime, caso contrário, seríamos todas colegas de penitenciária. Sem photoshop, na beira da praia, quase ninguém tem corpaço, a não ser que estejamos nos referindo a volume. Se estivermos falando de silhueta de ninfa, perceba: são três ou quatro entre centenas. E, nesse aspecto, a foto de Lizzie Miller serve como uma espécie de alforria. Principalmente porque ela não causa repulsa, ao contrário, ela desperta uma forte atração que não vem do seu abdômen, e sim do seu semblante extremamente saudável. É saúde o que essa moça vende, e não ilusão.
Um generoso sorriso, dentes bem cuidados, cabelos limpos, segurança, satisfação consigo próprio, inteligência e bom humor: é isso que torna um homem ou uma mulher bonitos. Aquelas meninas magérrimas que ilustram editoriais de moda, quase sempre com cara de quem comeu e não gostou (ou de quem não comeu, mas gostaria), são apenas isso: magérrimas. Não parecem pessoas felizes. Lizzie Miller dá a impressão de ser uma mulher radiante, e se isso não é sedutor, então rasgo o diploma de Psicologia que não tenho. Ela merecia estar na primeira página, mas, mesmo tendo sido publicada na 194, roubou a cena.
Que reação a foto causou em você? Repúdio ou alívio?
Ela é loira e linda. Tem 20 anos. Modelo profissional. Saiu na última edição da revista americana Glamour ilustrando uma reportagem sobre autoimagem, e foi o que bastou para causar um rebuliço nos Estados Unidos. A revista recebeu milhares de cartas e e-mails. Razão: a barriga saliente da moça. Teor das mensagens: alívio. Uma mulher com um corpo real.
Não sei se Lizzie Miller, que ficou conhecida como a mulher da página 194, já teve filhos, mas é pouco provável, devido à idade que tem.
No entanto, quem já teve filhos conhece bem aquela dobrinha que se forma ao sentar. E mesmo quem não teve conhece também, bastando para isso pesar um pouco mais do que 48 quilos, que é o que a maioria das tops pesa. Lizzie não é um varapau — atua no mercado das modelos “plus size”, ou seja, de tamanhos grandes. Veste manequim 42, um insulto ao mundo das anoréxicas.
A foto me despertou sentimentos contraditórios. Por mais que estejamos saturados dessa falsa imagem de perfeição feminina que as revistas promovem, há que se admitir: barriga é um troço deselegante. É falso dizer que protuberâncias podem ser charmosas. Não são.
Só que toda mulher possui a sua e isso não é crime, caso contrário, seríamos todas colegas de penitenciária. Sem photoshop, na beira da praia, quase ninguém tem corpaço, a não ser que estejamos nos referindo a volume. Se estivermos falando de silhueta de ninfa, perceba: são três ou quatro entre centenas. E, nesse aspecto, a foto de Lizzie Miller serve como uma espécie de alforria. Principalmente porque ela não causa repulsa, ao contrário, ela desperta uma forte atração que não vem do seu abdômen, e sim do seu semblante extremamente saudável. É saúde o que essa moça vende, e não ilusão.
Um generoso sorriso, dentes bem cuidados, cabelos limpos, segurança, satisfação consigo próprio, inteligência e bom humor: é isso que torna um homem ou uma mulher bonitos. Aquelas meninas magérrimas que ilustram editoriais de moda, quase sempre com cara de quem comeu e não gostou (ou de quem não comeu, mas gostaria), são apenas isso: magérrimas. Não parecem pessoas felizes. Lizzie Miller dá a impressão de ser uma mulher radiante, e se isso não é sedutor, então rasgo o diploma de Psicologia que não tenho. Ela merecia estar na primeira página, mas, mesmo tendo sido publicada na 194, roubou a cena.
Que reação a foto causou em você? Repúdio ou alívio?
terça-feira, 24 de novembro de 2009
NASCE UM NOVO DIA
Vale a pena acordar cedo para ver este espetáculo.
O que pode dar errado em um dia que começa com tanta beleza?
Fiquei longo tempo admirando o sol chegando de mansinho, e a energia deste momento me acompanhou até o anoitecer.
Amanhã tem de novo! Não é o máximo?
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
UM EXEMPLO DE PROFESSOR
Por indicação de um amigo, assisti a um filme espetacular. Não é nenhum grande sucesso de hollywood e talvez eu nunca viesse a ve-lo se não fosse a recomendação recebida.O nome desta maravilhosa produção é Ligações da Vida.
Não é um lançamento e nem sei se existe nas locadoras, pois o que vi, foi gravado em um dos canais do Telecine.
Não é um lançamento e nem sei se existe nas locadoras, pois o que vi, foi gravado em um dos canais do Telecine.
Fiquei bastante tempo pensando sobre esta historia, que não é simplesmente mais uma falando sobre professores legais, trabalhando com crianças pobres.
Ela ultrapassa os clichês e apresenta tanta riqueza e conteúdo, que se houvesse um manual para ensinar a ser um professor inesquecível, encontraria ali sua versão cinematográfica.
Tudo o que eu sei, experimentei e já vi dar certo está lá. E não é tão difícil. Conheço colegas que são tão comprometidos como o professor do filme. Mas não são maioria, infelizmente. Não tem nada de utopia ou exagero cinematográfico. É bem real e possível.
O primeiro ponto que me chamou atenção é a evidência de que não é preciso grande parafernália tecnológica (ela é desejável, mas não indispensável) para que aconteça a aprendizagem. O professor é o melhor recurso pedagógico que existe, pena que muitos não se lembram disso.
Quais foram as técnicas usadas pelo professor? Na verdade ele usou com muita sensibilidade as coisas que tinha "aprendido" na educação militar e radical dada pelo pai.
Só que usou a experiência para saber o que não fazer. Com isto se tornou uma pessoa capaz de perceber a individualidade de cada aluno, com o olhar e a empatia treinadinhos para perceber até o aluno com uma deficiência, que nem os próprios colegas sabiam.
Ao mesmo tempo que ajudou o aluno surdo na aprendizagem, cortou pela raiz o preconceito e o bullying que existia contra ele, solicitando a colaboração de todos para ajudar o colega, estimulando a solidariedade (temas transversais, valores, presentes nos PCNs).
A partir dai, ele deu outro passo fundamental, procurou aproximar as famílias da escola, conquistando a confiança e o respeito de todos. Já está provado que a participação da família na vida escolar das crianças melhora o rendimento
Na aprendizagem formal ele fez o que a muitos anos já se ensina nos cursos de formação de professores: partir do interesse dos alunos, do contexto onde vivem para despertar a atenção e integrar os conteúdos escolares à realidade das crianças, senão não faz sentido para eles.
E ele integrou conteúdos de uma forma maravilhosa, usando uma coisa que muita gente pensa que é moderno: a interdisciplinaridade. É esta aprendizagem que fica. O resto vai para memória de trabalho e é detonada logo que não fizer mais falta.
São tantas coisas que o filme mostra que é até difícil lembrar. O professor resgatou a autoestima, mostrou o mundo e as possibilidades de crescimento que eles tinham. Mostrou direitos, trabalhou a cidadania e valorizou a criatividade.
Confiou e recebeu de volta a confiança total de toda comunidade, mexendo até com os conceitos da diretora durona (mas isto é outra história que daria assunto para um seminário).
Eu acho, que este professor poderia ser considerado um legítimo seguidor de Rogers, com sua teoria da educação centrada no aluno.
Como última lembrança, mas não menos importante, quando o professor teve que ir embora, fica claro outra grande qualidade de um bom educador: ele pode ir, pois seus ensinamentos transformaram a visão de mundo daquela turma e agora eles tem condições de seguirem sozinhos.
Tá, desculpem, contei o final...Mas, não se preocupem isto não é nenhum motivo para deixar de ver o filme. Vale a pena e o fim é só o sinal para se começar uma bela reflexão.
Marisa Assis
domingo, 8 de novembro de 2009
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
SUPERDOTADOS
Gente pequena,
com mente serena.
Com idéias incríveis,
atitudes imprevisíveis;
que viram suas vidas de pernas
para o ar.
Que vivem para pensar.
Pensar no futuro,
ou em qualquer absurdo.
Num mundo obscuro,
cheios de conflitos.
Os pequenos gênios,
em qualquer área ou lugar,
dedicam suas vidas a pensar.
Pensar numa solução,
numa resposta.
Até parecem desesperados.
Eles são os superdotados,
São uma minoria,
que já conseguiram seu lugar na sociedade.
Agora, vamos falar a verdade,
o que seriamos sem
Leonardo da Vinci, Albert Einstein, Rei Pelé
E quem você mais quiser!
Eles são os pensadores.
Os conquistadores.
Os iluministas.
Que abrem nosso mundo para a realidade
como cartão de visita.
Que nos ajudam a crescer.
A amadurecer.
E a fazer um mundo melhor
Os ditos “loucos”
Os “desesperados”,
são os superdotados
Isabelle Bueno - 12 anos
Vitória-ES - 2002
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Filmes e leituras recentes
Não saberia relacionar quais são os meus livros e filmes preferidos. Adoro tantos que ficaria em dúvida. Por isto, vou colocando aqui os que me emocionaram recentemente.
Tanto quanto a comida, a vida precisa de sabor.
Educação, relacionamento familiar e ética.
Comédia deliciosa sobre a ditadura da beleza.
História verdadeira de dois homens que desafiaram as regras de sua época e iniciaram uma revolução médica. Traz um grande exemplo de Altas Habilidades/superdotação.
Primeira temporada. História do reinado de Henrique VIII da Inglaterra. Excelente. Comecei a segunda temporada e continuo adorando.
Documentário realizado em vários locais do mundo sobre a infância abandonada.
Livro envolvente, cheio de encontros e desencontro.
Segundo livro da autora sobre a história de Henrique VIII e Ana Bolena. O primeiro foi A irmã de Ana Bolena. Os dois são ótimos
A lenda do rei Arthur sob a ótica feminina. Lí na adolescência e reli recentemente.
Quatro volumes, todos ótimos.
Continua......
Marisa Assis
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Diploma x Formação
Todas as semanas este anúncio é publicado em um jornal de grande circulação.
Ninguém se importa.
Por ai a gente vê a importância que a educação tem neste país....
Ninguém se importa.
Por ai a gente vê a importância que a educação tem neste país....
sábado, 26 de setembro de 2009
Sob o domínio do stress
Todos os dias vejo cenas de intolerância, agressões, desconfiança e mal entendidos.
Via isto de fora, movida pelo vício de observar o comportamento humano nas diversas situações do cotidiano.
Até que aconteceu comigo.
Ontem, em uma loja de BH, olhando as novidades da moda primavera, gostei de uns óculos. Peguei-os e continuei andando pelos outros setores da loja. Óculos na mão, bem à vista, como a gente faz normalmente em lojas de departamento.
De repente surge uma atendente e pergunta se vou ficar com os óculos. Um pouco surpresa pela abordagem disse que sim, mas estava olhando outras coisas antes de ir ao caixa.
E aí a situação ficou chata. Ela me pediu que deixasse os óculos com ela, até que me decidisse, quando então me daria uma notinha de compra, qualquer coisa assim. Tudo isto dito de forma educada. Ok, estranhei mas entreguei sem problemas. Até que, ao me afastar ouvi uma colega dizer a ela: "Isto mesmo, tem que ficar de olho".
Me subiu uma raiva quase incontrolável. Tenho cara de bandida?
Mas, graças a Deus me veio a mente uma frase que li em algum lugar: "Não deixe que o comportamento do outro te desequilibre a ponto de faze-lo esquecer quem você é." Mas deixar assim...
Andei pela loja procurando me acalmar e pensando no que fazer.
As funcionárias provavelmente vivem pressionadas; se a loja tiver prejuizo, provavelmente será descontado do salário da pessoa responsável pelo setor.
Por outro lado, reclamações de clientes podem levar a demissão. Além do que denúncia de discriminação, difamação, etc, levam a processos, despesas e isto não é bom para o empregado envolvido.
Resumindo, me acalmei e pensei, não quero prejudicar ninguém, mas não posso deixar de registrar meu descontentamento. Resolvi então falar com as funcionárias envolvidas. Disse como me sentia e que em outro momento eu mesma ou outra pessoa poderia trazer grandes transtornos a elas, junto aos seus superiores. Se desculparam. "Não tive a intenção, foi um mal entendido, etc. Ao sair, sem os óculos, ainda pude ver a cara de deboche da que disse aquela frase ofensiva.
Que pena, perdeu a chance de aprender com o próprio erro.
Voltei para casa triste, pensando que a vida moderna anda desgastando as relações humanas.
É um preço muito alto pelo "conforto" que julgamos ter conquistado.
Marisa Assis
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
É preciso amar o filho real e não o filho idealizado.
BEM VINDO À HOLANDA!
Por Emily Perl KnisleyFreqüentemente sou solicitada a descrever a experiência de dar à luz uma criança com deficiência. É uma tentativa de ajudar pessoas, que não tem com quem compartilhar essa experiência única, a entendê- la e imaginar como é vivenciá-la.
Seria como...
Ter um bebê é como planejar uma fabulosa viagem de férias para a Itália!
Você compra montes de guias e faz planos maravilhosos! O Coliseu. O Davi de Michelangelo. As gôndolas em Veneza. Você pode até aprender algumas frases simples em italiano. É tudo muito excitante.
Após meses de antecipação, finalmente chega o grande dia! Você arruma suas malas e embarca. Algumas horas depois você aterrissa.
O comissário de bordo chega e diz: - “BEM VINDO À HOLANDA!”
“Holanda!? diz você, o que quer dizer Holanda?!? Eu escolhi a Itália! Eu devia ter chegado à Itália. Toda a minha vida eu sonhei em conhecer a Itália.” Mas houve uma mudança de plano de vôo. Eles aterrissaram na Holanda e é lá que você deve ficar.
A coisa mais importante é que não te levaram a um lugar horrível, desagradável, cheio de pestilência, fome e doença. É apenas um lugar diferente.
Logo , você deve sair e comprar novos guias. Deve aprender uma nova linguagem. E você irá encontrar todo um novo grupo de pessoas que nunca encontrou antes.
É apenas um lugar diferente. É mais baixo e menos ensolarado que a Itália.
Mas, após alguns minutos, você pode respirar fundo e olhar ao redor... e começar a notar que a Holanda tem moinhos de vento, tulipas e até Rembrandts e Van Goghs.
Mas, todos que você conhece estão ocupados indo e vindo da Itália. .. e estão sempre comentando sobre o tempo maravilhoso que passaram lá. E por toda a sua vida, você dirá: “Sim, era onde eu deveria estar. Era tudo o que eu havia planejado.” E a dor que isso causa, nunca, nunca irá embora. Porque a perda desse sonho é extremamente significativa.
Porém... se você passar a sua vida toda remoendo o fato de não haver chegado a Itália, nunca estará livre para apreciar as coisas belas muito especiais... sobre a Holanda.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Indefinível
Estar frente a frente com a Catedral de Santiago de Compostela é sentir a intangível Presença.
De arrepiar!!!!!!!!!!
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Precisamos falar sobre isso.
O mê de setembro de 2001 ficou na memória de todos pelo triste episódio do atentado às Torres Gêmeas, nos Estados Unidos.
No entanto, pouca gente sabe que na mesma época entrou em vigor uma resolução que dá novas(?) diretrizes para a Educação Especial na Educação Básica. E a partir deste momento, uma revolução se configurou no cenário educacional brasileiro. Isto dá pano para manga, mas agora quero comentar que a mesma lei que restitui direitos constitucionais às pessoas com deficiência, também deve nortear o atendimento às crianças com Altas Habilidades/Superdotação.
Ah! E agora? Será que isto está sendo feito? Muita gente deve pensar: já dificílimo incluir os deficientes, por que preocupar-se com aqueles "mais favorecidos intelectualmente", eles se viram sozinhos.
Isto não é verdade, pois dificilmente encontramos alguém que é "super" em tudo. Inteligências Múltiplas, lembra?
É possível ser extremamente dotado em uma área e ser deficiente em outra, como é o caso dos Savants. Então, o que fazer para incluir estes alunos de forma adequada? Na verdade eles já estão nas escolas, tendo em vista que não apresentam nenhum traço visível que os identifique como "especiais".
O jeito então é identificá-los, através de observações feitas na escola pelo Professor, o Orientador Educacional e Coordenador Pedagógico, Entrevista com os familiares e avaliações especializadas, que podem ser realizadas pelos por profissionais habilitados. Isto é tarefa da escola e da família.
É bom lembrar que estas crianças quando não recebem os estímulos apropriados para o seu talento, podem apresentar comportamentos que confundem os professores, como: depressão, desintesse, que consequentemente leva ao baixo rendimento, agressividade e hiperatividade,
A prevalência crianças com indicadores de superdotação no mundo é de 5%. Ou seja,é certo que as escolas brasileiras estão repletas de talentos frustrados e mal estimulados.
Para resolver esta questão, além de identificar, é preciso oferecer atividades de enriquecimento escolar, nas diversas áreas e quando possível encaminhar a criança para atendimento, em turno inverso em locais que atendam suas necessidades.
O CEDET (Centro de Desenvolvimento de Potencial e Talento), em Lavras/MG, tem um trabalho maravilhoso, idealizado e administrado pela Dra. Zenita Gunther, conhecida internacionalmente pelos livros publicados e por suas realizações nesta área tão desconhecida (infelizmente) pela maioria dos educadores do Brasil.
Quem quiser conhecer melhor o CEDET, entre neste site: http://www.aspat.ufla.br/
Isto não é verdade, pois dificilmente encontramos alguém que é "super" em tudo. Inteligências Múltiplas, lembra?
É possível ser extremamente dotado em uma área e ser deficiente em outra, como é o caso dos Savants. Então, o que fazer para incluir estes alunos de forma adequada? Na verdade eles já estão nas escolas, tendo em vista que não apresentam nenhum traço visível que os identifique como "especiais".
O jeito então é identificá-los, através de observações feitas na escola pelo Professor, o Orientador Educacional e Coordenador Pedagógico, Entrevista com os familiares e avaliações especializadas, que podem ser realizadas pelos por profissionais habilitados. Isto é tarefa da escola e da família.
É bom lembrar que estas crianças quando não recebem os estímulos apropriados para o seu talento, podem apresentar comportamentos que confundem os professores, como: depressão, desintesse, que consequentemente leva ao baixo rendimento, agressividade e hiperatividade,
A prevalência crianças com indicadores de superdotação no mundo é de 5%. Ou seja,é certo que as escolas brasileiras estão repletas de talentos frustrados e mal estimulados.
Para resolver esta questão, além de identificar, é preciso oferecer atividades de enriquecimento escolar, nas diversas áreas e quando possível encaminhar a criança para atendimento, em turno inverso em locais que atendam suas necessidades.
O CEDET (Centro de Desenvolvimento de Potencial e Talento), em Lavras/MG, tem um trabalho maravilhoso, idealizado e administrado pela Dra. Zenita Gunther, conhecida internacionalmente pelos livros publicados e por suas realizações nesta área tão desconhecida (infelizmente) pela maioria dos educadores do Brasil.
Quem quiser conhecer melhor o CEDET, entre neste site: http://www.aspat.ufla.br/
Porém, a ausência de um lugar como este não poder ser impecilho para garantir o atendimento adequado a estas crianças. Com boa vontade, criatividade, e espaço para que os professores estudem o tema é possível começar a enxergar os diamantes brutos que estão sendo desperdiçados bem na nossa frente.
Pense nisso!
Pense nisso!
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Tristeza
Clique na imagem para ler em tamanho maior
(Publicado no Jornal Cultura & Comércio de Nova Lima?MG em 17/09/09)
Sobre Memórias.
"... Acho que a vida é assim também, só quando o passado nos vem à mente é que podemos antecipar o que virá. Não posso contar as badaladas da minha vida porque não sei quantas houve anteriormente.
Por outro lado, adormeci porque fazia tempo que a cadeira balançava. E adormeci num certo momento, porque houve momentos precedentes e porque eu me deixei levar esperando o momento seguinte.
Mas não fossem os primeiros momentos me colocarem na disposição certa, se eu tivesse começado a balançar em um momento qualquer, não teria esperado o que viria. E teria ficado acordado.
Até para dormir é preciso recordar. Ou não?"
É o efeito bola de neve. A avalanche vai em direção ao vale, mas desce cada vez mais rápido porque vai aumentando pouco a pouco e carrega atrás de si o peso daquilo que havia antes. Do contrário não haveria avalanche, seria sempre uma pequena bola de neve que não desce nunca...".
(Fala do personagem principal deste livro, que perdeu a memória afetiva e biográfica.)
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
De onde saiu "Vida é o que a gente lembra para contar".
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Mães Morrem Quando Querem...
e todos que tiveram o privilégio de aprender com sua sabedoria.)
Mães morrem quando querem...
por Alexandre PelegiEu tinha 7 anos quando matei minha mãe pela primeira vez.
Eu não a queria junto a mim quando chegasse à escola em meu 1º dia de aula.Eu me achava forte o suficiente para enfrentar os desafios que a nova vida iria me trazer.
Poucas semanas depois descobri aliviado que ela ainda estava lá, pronta para me defender não somente daqueles garotos brutamontes que me ameaçavam, como das dificuldades intransponíveis da tabuada.Quando fiz 14 anos eu a matei novamente.
Não a queria me impondo regras ou limites, nem que me impedisse de viver a plenitude dos vôos juvenis.
Mas logo no primeiro porre eu felizmente a descobri rediviva - foi quando ela não só me curou da ressaca, como impediu que eu levasse uma vergonhosa surra de meu pai.Aos 18 anos achei que mataria minha mãe definitivamente, sem chances para ressurreição.
Entrara na faculdade,iria morar em república, faria política estudantil, atividades em que a presença materna não cabia em nenhuma hipótese.
Ledo engano: quando me descobri confuso sobre qual rumo seguir voltei à casa materna, único espaço possível de guarida e compreensão.
Aos 23 anos me dei conta de que a morte materna era possível, apenas requeria lentidão...Foi quando me casei, finquei bandeira de independência e segui viagem.
Mas bastou nascer a primeira filha para descobrir que o bicho 'mãe' se transformara num espécime ainda mais vigoroso chamado 'avó'.
Para quem ainda não viveu a experiência, avó é mãe em dose dupla...
Apesar de tudo continuei acreditando na tese da morte lenta e demorada, e aos poucos fui me sentindo mais distante e autônomo, mesmo que a intervalos regulares ela reaparecesse em minha vida desempenhando papéis importantes e únicos, papéis que somente ela poderia protagonizar. ..
Mas o final dessa história, ao contrário do que eu sempre imaginei, foi ela quem definiu: quando menos esperava, ela decidiu morrer.
Assim, sem mais, nem menos, sem pedir licença ou permissão, sem data marcada ou ocasião para despedida.
Ela simplesmente se foi, deixando a lição que mães são para sempre.
Ao contrário do que sempre imaginei, são elas que decidem o quanto esta eternidade pode durar em vida, e o quanto fica relegado para o etéreo terreno da saudade...
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